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Mais um cadinho de paciência??

Falta pouco para o novo filho nascer, isso mesmo, estou terminando, prometo que aviso por aqui que o blog mudou de lugar e falo o resultado da vencedora do concurso romântico também!!! 
Então paciência guria, logo logo eu volto a ativa. 

Beijos da Naninha (que ficou 3 noites sem dormir, mas ontem ela  dormiu... que ficou 3 dias sem comer, mas ontem ela comeu... que teve ataques histéricos mas ontem ela cansou e foi dormir... que tem a casa totalmente de pernas para o ar e sem contar que ficou uma semana estudando que bicho é esse de php... eeeeee alguém quer vir aqui limpar a minha casa??? Porque eu não estou afim). 

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Por favor, alguém chama o caminhão de mudança??

Hum, mas eu preciso de um caminhão de mudança virtual!
Ontem eu fechei o contrato de aluguel de uma nova casinha virtual para o blog Manga com Pimenta e como toda mudança vem aquela dor de cabeça básica, a sensação que esquecemos algo para trás, outras que deixamos o lixeiro levar e algumas coisas que são doadas de coração. 
Acredito que no virtual será a mesma coisa, então comadre, aproveita e copia (das postagens) o que tem que copiar porque essa casa estará vaga logo mais.
Estarei indo para uma casinha bem maior, onde eu poderei fazer uma página especial para os layouts que ando criando por ai! Também juntarei no Manga com Pimenta o blog Vovó Mocinha, tudo unido no mesmo lar (já que terá um quarto para a vovó nessa casa) e acho que por fim, é só. 
Eu espero resolver a nova decoração dessa casa até esse final de semana (ou não, já que não é mais um blogger que eu estarei brincando de decorar), o endereço de web será o mesmo, o máximo que poderá acontecer a casinha atual virar blogspot por um tempo limitado.
Por isso eu peço, paciência nesse coração bom que a senhora tem e o senhor também. 
Até relutei por essa mudança, mas ela é precisa ser feita e acredito de todo coração que ela será muito bem vinda por todos e por mim. 
Então espere, além da mudança, também estaremos em obra (a casa está crua, sem pintura e portas ou janelas)... não repare se algo acontecer por aqui. 


Claro, eu espero logo logo colocar na porta da frente um tapetinho escrito "seja bem vinda ou bem vindo".

Como o Lulu dizia:
"Eu vejo um novo
Começo de era
De gente fina
Elegante e sincera
Com habilidade
Pra dizer mais sim
Do que não..."

Ps.: Continuarei publicando normalmente até a mudança!

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Para quem não entende quem é a Alice...

escuta essa música que você entenderá o porque eu escolhi Alice, já que eu sou assim e penso assim... é como de eu para eu, entendeu? 



Então, Alice, não me escreva aquela carta de amor...
Falando em Alice, hoje eu gastei 43 reais na farmácia, precisava comprar um remédio de uma alergia que eu tenho (que não trato a anos luzes) e comprei uma tinta para cabelo, claro que isso dará postagem.
Aguardem!

Ps.: A Paulinha ficou mais bonita com o tempo, não acham?! 

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Vou para Porto Alegre e... tchau??


A vida sempre está mudando, cada minuto é uma hora nova e a cada segundo é um vento que passa na sua casa. 
Mas transição é muito mais que isso, um dia acordamos e enxergamos que nada era mais como era ontem, alguma coisa mudou, foi um vento que passou e te levou para outra cidade ou foi um ventania que fez você ficar sozinha novamente. 
Não importa, é difícil enxergar tudo isso, mas mudamos a cada minuto, quando percebemos que aquele amigo bacana não está mais ali, que o seu chefe te dispensou ou que você achou aquele emprego maravilhoso.  
A minha transição esta ocorrendo aos poucos, entre tantas mudanças (principalmente a interna), existe uma vontade louca que está se transformando em planos, que logo se transformará em realidade.   
Claro que tudo isso me dá medo, deixarei pessoas que amo nessa cidade, porém, terei uma nova vida, novos amigos e ficarei próximas de outros amigos que eu fiz por lá. 
Não sei como será essa transição de vida, estou morrendo de medo e as vezes eu vejo que São Paulo me olha com ciúmes, porque foi ela que me criou, foi ela que me amou e principalmente deu abrigo durante esses trinta anos de vida. 
A cidade de São Paulo me olha dura, como uma mãe fria que assusta os seus filhos, mas eu sei que um dia eu voltarei e ela estará de braços aberto para mim. Porém eu tenho um amor platônico por Porto Alegre desde pequena e preciso ir lá, descobrir se a cidade me amará do mesmo jeito que a cidade de São Paulo me amou. 
Engraçado como os meus amigos de lá estão me apoiando, falando vem, vem com a alma e a coragem, só posso dizer "obrigado meus amigos".  
Calma, sem choro de crise e nem drama, não estarei morando em Porto Alegre amanhã e nem o mês que vem, esse processo está sendo idealizado para o ano que vem ou o outro ano, primeiro tenho que conhecer amigos que eu fiz no mundo "internet" que moram aqui, preparar o terreno por lá, conhecer a cidade, procurar emprego e organizar a mudança. 
Desculpa-me São Paulo, mas eu sinto que preciso ir, não fique triste e cuide das pessoas que eu amo que ficarão por aqui, porque um dia eu falarei "fui para Porto Alegre e tchau". 

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O destino demônio de Ellen B.

Dizem por aí que Ellen B. é uma garota normal, ninguém sabia se ela era casada ou solteira, se namorava ou vivia no acaso, ninguém sabia quem ela era, ninguém lhe dava atenção. A unica certeza que temos é que Ellen B. era uma pessoa normal, nada de excepcional. 
Porém, a Ellen B. não conhecia até então o destino demônio, a sua vida era tão normal e sem graça, que muitas vezes questionava sozinha pelos cantos da casa "o que é viver". 
Um dia, sem entender e sem querer, ela entra no seu carro e fecha os olhos para escutar a vida, quando alegremente  surpresa encontra o destino demônio em sua frente, sem coragem de abrir os olhos, ela continua a escutar aquela voz que tanto perturba a sua alma, até que a voz some da mesma forma que apareceu.
"Será que era coisa da minha cabeça?" e Ellen B. achou tudo aquilo uma verdadeira besteira, já que destino demônio não existia, até aquele momento... 
A sua vida continou normal, até que o destino demônio voltou a pertuba-la, ela tentou lutar, brigar e até chorou, mas ela não poderia fazer nada contra o que estava acontecendo. 
destino demônio tinha total poder na sua vida, nesse momento ela sabia como aquilo estava acontecendo, tudo se movimentava quando ela se mantinha parada, não era mais um jogo, era algo impossível de se explicar. A sua cabeça rodava, girava ao ponto de deixa-la tonta, ela não conseguia respirar  e mesmo assim, ela sorria, sorria como criança ao entrar em um parque diversão. Ela sabia que tudo aquilo era uma loucura, um filme que nunca poderia existir, Ellen B. não acreditava naquilo, não era com ela, não seria ela... 
destino demônio apenas sorria, sorria de uma forma tão angelical que a deixava pertubada.  
destino demônio começou a zombar, a ignora-la e ao mesmo dar a atenção merecida. Ele falava coisas impossíveis, ele trazia sonhos que não era para ser sonhados, ele sussurrava no seu ouvido, explicando quando as coisas estão para acontecer, acontecerão e ela não poderia fazer nada contra o seu poder. 
Ela tentou se aproximar do destino demônio como uma velha amiga, contar da sua vida e o destino demônio simplesmente a ignorou, falando que não estava interessado em saber quem era ela, o que ela fazia, ele apenas sorria falando que faria a sua vida mudar e ela não poderia fazer nada contra isso. 
A Ellen B. se revoltou, quis quebrar os seus copos jogando contra a parede, quis correr, não queria mais escutar o destino demônio, queria que ele fosse embora dali naquele momento... quando ele decidiu se retirar, deixando Ellen B. sozinha naquela noite.  
Nesse momento, Ellen B. pensa em tudo que aconteceu, o que poderia ter acontecido, ela sabe que o destino demônio é forte, que ela não fará nada contra ele, decide então espera-lo, toda noite, com uma unica certeza, que um dia a sua vida não seria mais aquela, ela não seria mais a mesma mulher que ela se reconhecia todos os dias quando se olhava no espelho e nem sempre as coisas aconteceriam da mesmo jeito que ela esperava, mas na forma que o destino demônio vida queria, como ele desejava. 

Desejo esse texto a todas as mulheres que sabem que algo na sua vida está em grande mudanças, principalmente quando descobrem a verdade de coisas que as faziam felizes, como um amor que enganou ou apareceu na sua porta, ou com perdas de pessoas queridas, ou até com aquela mudança de emprego ou cidade. 
Quando o nosso destino decide mudar o sentido do vento, deixe ele trabalhar, pode ser no começo perturbador, mas no final, tudo é o certo para você e nada é tão mal assim. 

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Sorteio do Tuelho e Ela Entrou e se Arriscou: a Fer também fez!

Bom dia meninas, 

na semana passada eu fui pega por uma TPM menos dolorida, porém, me isolou do mundo um cadinho... sabe aqueles dias que você só quer ficar quietinha?
Estou cansada também, vou analisar alguns dias de férias para ver se a bateria carrega. 
Eu lembro de uma amiga me falando "quando chegamos aos trinta, ficamos mais cansada" e estou comprovando isso viu. 
Preciso mudar a minha vida um cadinho para ver se tenho mais energia (espinafre por favor?!)
Vamos ao que interessa, quem será que ganhou o tuelho?? Na verdade é uma tuelha hehehe




É a guria do blog Stilo Básico!!! 
Parabéns, vou te avisar no blog e espero o seu endereço no meu email para enviar esse presente fofo feito por mim. 
Aproveitando o espaço, recebi esse e-mail da Fer: 


"Oi Nana, é um prazer escrever p vc.
Acompanho o blog e acho q comentei 1 vez, mas estou sempre lendo, e quando vi o bolo da Flávia, q n vai nem leite, nem farinha, pensei... isso n vai dar certo, mas fiz... e o bolo ficou um espetáculo. Minha filha q é fã da Moranguinho, pediu uma cobertura de morango... Fiz com 1 lata de leite condensado, 1 envelope de tang morango, 1 colher de margarina e fogo alto, mexendo sempre até ponto de brigadeiro, desliguei a panela e acrescentei 1 caixinha de creme de leite. Cobri o bolo este bolo maravilhoso, ainda quente, e decorei com morango.
Ficou essa belezura de dar água na boca, e o sabor divino. sucesso total.
Bjos e parabéns por este blog tão rico e por compartilhar conosco receitinhas tão diferentes e deliciosas.
Fer Lorenzoni"

Fer obrigada você (precisava desse e-mail para me alegrar e a bateria subir um cadinho, alegria também carrega a bateria minha gente!), a receitinha de bolo citada pela Fer é essa daqui.
Bem, vou ficando por aqui, mesmo com a TPM sumindo, eu ainda acho que estou chata, uma chata de galocha... mas paciência, paciência.
Agora eu vou trabalhar com o gostinho de "mãeeee deixa eu ficar em casa".
Beijos e boa semana para vocês. 

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Saudades...

Saudades não é um sentimento para os jovens, até que um dia, você sendo jovem o seu coração começa a criar buracos pequenos que vão crescendo com o tempo.
A palavra saudade vem com os minutos correndo, logo que uma história se forma, ela se transforma em saudade e ao mesmo tempo, como é difícil escrever sobre saudade, ela é tão forte quando a palavra amor e tão poderosa quando os sonhos. Ela se perde como se tudo e todos não existissem mais...
Saudade doí mais que o amor.
Saudade é tudo aquilo que você foi um dia sem saber se realmente aquilo era tão importante para você.
Saudades faz você lembrar de algo que poderia ter sido e muitas vezes você foi e outras não.
A palavra saudades também tem a ver com a dúvida: qual seria o resultado se tu tivesse embarcado naquele avião, como estaria com aquela pessoa que um dia você amou e como seria se tivesse mantido naquele emprego. 
Saudade mata, mata aos poucos com suas dúvidas e as suas mentiras, ela ao mesmo é tão cruel e mais forte que a morte, porque a saudade não morre, vive eternamente na sua mente, com lembranças de pessoas que um dia você amou ou que fizeram a sua história.
Saudade é algo doce, como sentir a mão da sua avó passando no seu cabelo, quando o seu pai contava história de ninar e a sua mãe lhe dava um beijo de boa noite.
Saudade poderia ser confundida com a mentira, como é difícil provar uma vida falando com saudades para uma pessoa que não tem uma bagagem chamada história. 
Saudades é tudo aquilo que você foi, sentiu, viveu e ao mesmo tudo aquilo que poderia ter vivido, realizado com o tempo. 
Saudade é uma palavra sem emoções, mas tão forte que faz você criar sentimentos tão intensos para chama-lo de saudades. 

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Pensamentos

Esse texto eu fiz para Vero, depois de uma conversa longa por telefone, ela me contando sobre os seus casos, eu adoro pegar os sentimentos das pessoas e transformar em palavras... como eu também gosto de fazer com os meus pensamentos.

"Ela chegou em casa e tudo estava escuro. Ela preferiu assim, preferiu não ser incomodada, preferiu deixar os seus pensamentos voarem e deliciar-se com a solidão.

“A solidão é uma palavra forte, até feia. Por que todo mundo tem medo da palavra solidão?” - ela pensou sozinha, enquanto acendia um cigarro, pegava o copo de vinho e ligava o rádio.

Pensou em tudo que passou na sua vida, em pessoas, momentos e lugares. Ela lembrou aonde estava tudo isso, onde ela esteve em todos esses momentos e quem era ela realmente. Lembrou delicadamente dos choros, escondida no banheiro, à noite na sua cama e caminhando na rua.

Ela não lembrava mais da dor, sabia que a dor estava lá, escondida como uma velha lembrança. Mas essa mesma dor não tinha força, nem coragem de levantar-se para atormentar a sua vida. Porém, algo a atormentava, ela não sabia exatamente o que, se era a saudade, a vida ou apenas a alegria.

Ela sabia que tudo fazia parte de uma mistura de sentimentos e ao mesmo tempo sentia-se sozinha.

Ela olhou para lado e lembrou como era espontânea, lembrou que não ligava para os “não”, de como ela gostava de aparecer sendo mulher e ao mesmo tempo menina.

O seu sorriso atraía olhares na rua, a sua voz chamava a atenção e o seu suspiro era uma declaração de alívio, um alívio onde tudo acontecia. Tudo parecia magia, era só erguer o dedo e desenhar a vida.

Nesse momento, uma voz lhe disse: “ Hoje você tem trinta ”...

Ela retrucou: “ Trinta o quê? ”, novamente “ Me diz, trinta o quê? ”

“Trinta anos se passaram” - pensou ela...

Mas não foram apenas os anos, foram cem pessoas que passaram a mão no seu rosto, foram duzentas pessoas que lhe ensinaram algo e outras tantas que foram as suas amigas.

Ela lembrou profundamente de uma dezena que lhe fizeram amar... Ela amou o desconhecido, ela amava o desconhecido, ela ama o desconhecido!! !

E foram milhares pessoas que lhe fizeram aprender a odiar, e ao mesmo aprender a perdoar.

Novamente, os seus pensamentos criaram forças e começaram a questionar: “Será que eu serei forte ao me levantar? “,“ Será que eu não me sentirei acabada? ”, “Será que é apenas isso? ”...

Os pensamentos se misturam e tornam-se um só. Em um segundo, tornam-se vários ao mesmo tempo, correm à sua volta, fazem uma ciranda de criança.

O sono derruba o seu copo de vinho, esquece o cigarro acesso no cinzeiro e a brisa lhe dá o beijo de boa noite.

Nana Ricchetti"

Espero que vocês curtem a minha fase escritora!

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Ter um blog dá trabalho...

Depois de dois anos de blog, percebi que ter um blog dá trabalho, muito trabalho... mas quem falou que eu estou reclamando disso?
Vejo as mudanças que eu tenho na minha vida, até porque eu sou uma só e não tenho uma assistente para responder e-mails, outra para editar fotos, uma cozinheira boa ou até mandar cartas de felicitações no dia do aniversário de alguma leitora.
Para ajudar, a louca (eu?!) decide postar duas vezes ao dia. Essa loucura se chama vício, me víciei no meu blog e várias vezes eu me pego pensando (louca? eu? novamente?) o que poderia ser feito, como poderia ser administrado, como poderia ser vivido.
Normalmente, eu deixo a cozinha para o final de semana: preparo uns seis pratos diferentes no sábado e domingo. Quando o dinheiro falta, não faço seis pratos, no máximo três.
Antes, eu ficava 6 horas do meu final de semana escrevendo e deixando as postagens prontas durante a semana... mas agora não dá, trabalhando com os layouts (que também faço no final de semana) o meu tempo ficou curto.
Deixo para escrever durante a noite (as duas postagens diárias) e de brinde, limpo a casa, faço a janta e quando dá, fico com o marido assistindo algum programa na televisão.
Também tem os vídeos, que não sei como encaixarei na minha agenda, tem os e-books que eu quero continuar a fazer... nem me pergunte "como, aonde, por onde".
Chegou o momento "paraaaaaaaaaaaa tudo" (agora vocês escutam os barulhos das panelas caindo no chão, uma freada de carro e um coração assustado). 
Eu preciso organizar a minha vida, preciso colocar tudo em prática, porém, eu sou só uma... uma unica pessoa que quer mostrar o seu trabalho e ser feliz nessa vida.
A minha psicóloga artista Vero conversou seriamente comigo sobre isso e estarei fazendo uma postagem por dia aqui no blog, que serão feitas no final de semana e programadas. 
A Letícia tem carta branca para postar de tarde e eu fico com as postagens de manhã. 
Caso eu me sinta calada mas precisando falar, eu vou falar duas vezes ao dia, mas vou controlar esse vício chamado blog. 
Além do finais de semanas, quero trabalhar a noite nos meus layouts, nos e-books que tanto gosto de fazer e no final de semana será a comida, passeios e os vídeos. 
Espero que assim, a minha vida fique organizada, assim, eu espero.
Só peço para vocês não me abandonarem nessa nova fase, nessa nova mudança, a vida é curta e precisamos vive-las, não é?
Beijos e amo vocês (mesmo não sabendo quem são vocês, mas louca eu? sou normal, muito normal). 

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Com bom coração!!

Tem duas pessoas que se tornaram grandes amigas durante esse período que estou blogando, entre tantas, são duas pessoas que eu torço muito, até porque somos parecidas na vontade de crescer, lutar e vencer. 
É complicado classificar por que essas duas pessoas, entre milhares que eu amo de paixão, mas foi apenas uma forma minha de ajuda-las, e outra, é uma forma de eu mostrar os meus trabalhos para as outras pessoas, por isso decidi escolher essas duas pessoas que de alguma forma, mesmo longe, me ajudaram muito.
Segue os blogs da Luziane  e da Eliene (clicar nas imagens para ir aos blogs). 





Lembram que eu postei aqui, sobre o livro Comer, Rezar e Amar? 
Hoje eu terminei de ler a parte Itália, nada demais quero dizer, acredito que descobri que sou depressiva, egoísta e a procura do meu eu. 
Estou tentando me encontrar, mas eu lá tenho dinheiro para poder viajar??
Gorda eu já estou, preciso emagrecer na verdade.
Mas encontrei a paz na comida, estranho falar isso, já que a gula é considerada um pecado. 
Só que hoje, com trinta e um anos, percebi que é pouco, muito pouco... 
Acredito que o meu cosmo (estrelas, universo, cara*** a 4) está me levando ao um caminho novo, graças a algumas pessoas. 
O que eu aprendi nessa fase do livro: procurarmos sempre o novo e livrarmos de coisas que nós fazem infelizes, porém, nós dão segurança. 
Para crescer, precisamos nos livrar da segurança (será?). 
Continua na minha cabeça a parte do abaixo assinado. Esses dias, procurando um curso de ilustração, me deparei com o curso da Escola PanAmericana (isso não é publieditorial) de Design Editorial e Ilustração, não é tão caro, mas ainda não tenho condições financeira de financiar sozinha esse curso e o abaixo assinado para Deus reina nos meus pensamentos... sei que para alguns eu parecerei egoísta (tanta coisas mais urgente para Deus se preocupar), eu poderia fazer mentalmente, mas preferi publicar o meu abaixo assinado aqui no blog: 

"Olá Deus,

estou sem jeito de escrever essa carta, todo dia eu peço para o senhor cuidar da minha família, do meu marido, até dos meus inimigos, que todos cheguem bem em casa e felizes. 
Acredito que tudo é possível, lembra quando eu quis fazer gastronomia?
Consegui, graças a você e pessoas maravilhosas que estavam no meu lado. 
Agora, por causa do Senhor, colocou uma pessoa fofa na minha vida, a Luciana, que me pediu duas vezes uma ajuda com o layout do blog dela, tornando-se a minha primeira cliente.  
Será que foi por acaso?
Ou era a sua voz se manifestando por ela?
Não importa... sinceramente, adoro fazer as ilustrações, mexer em html e com um "tilte", fui atrás de um curso. 
Não sei como pagarei ou quando farei, eu só sei que quero fazer esse curso e vou fazer!
Eu deixo o meu pedido aqui, para me ajudar a resolver essa questão. 
Já que o acaso é o universo, ou eu sou uma parte do universo, quero muito começar esse curso mais breve possível. 
Obrigada por tudo Deus e ilumine sempre o meu caminho para eu ir atrás dos meus objetivos (que normalmente são por acaso). 
Amém"

Ok, eu só quero que assinem esse abaixo assinado quem realmente ficará feliz por mim. 
Metalmente, sei que muitas pessoas estarão assinando e quem sabe (... Deus?), estarei dando ótimas noticias em breve... quem sabe (... Deus novamente?).

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O convite...

Lembro que um dia o meu chefe chegou e falou "corta esse poema para mim para eu aplicar em uma dinâmica".
Comecei a ler e me apaixonei pelo poema, pedi para ele me enviar por email e até hoje não recebi... ok, compreendo, ele é um homem ocupado.
Hoje a Issa me mandou o texto em inglês (que eu achei em português aqui), um poema que eu precisava publicar para vocês, já que o assunto está sendo a busca do "eu" e "eu" e mais "eu"...

The Invitation by Oriah

“Não me importa o que você faz para sobreviver. Quero conhecer a sua dor e se você ousa sonhar para ir de encontro ao que seu coração anseia.
Não me interessa saber a sua idade. Quero saber se você arriscará parecer um tolo por amor, pelos seus sonhos e pela aventura de estar vivo.
Não me importa saber quais planetas estão alinhados com a sua Lua. Eu quero saber se você tocou o âmago do próprio sofrimento, se tem estado aberto para aprender com as traições da vida, ou tem se paralisado e fechado pelo medo de uma dor maior.
Quero saber se você consegue sentar-se com as dores, minhas ou suas, sem se preocupar em escondê-las, ou enfraquecê-las, ou tentar resolvê-las.
Eu quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se pode dançar com selvageria e deixar o êxtase preenchê-lo por inteiro, até as pontas dos seus dedos, das mãos e dos pés, sem advertir-se para ser cuidadoso ou realista, apenas para recordar as limitações de ser humano.
Não me interessa se a estória que você me conta é verdadeira. Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro consigo mesmo, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua própria alma; se você pode ser infiel e, ainda assim, digno de confiança.
Eu quero saber se você pode enxergar a beleza, mesmo quando não esteja presente, todos os dias, e se você mesmo pode ser o manancial da sua presença, na própria vida.
Quero saber se você pode conviver com as falhas, suas e minhas, e ainda continuar de pé, à beira do lago, e gritar para a prateada Lua cheia... “Sim”!
Não me importa saber onde você vive ou quanto dinheiro tem. Eu quero saber se você pode se levantar, depois de uma noite de pesar e desespero, exausto e machucado até os ossos, e fazer o que tem de ser feito para alimentar as crianças.
Não me interessa quem você conhece ou como veio parar aqui. Eu quero saber se você estará ao meu lado no meio do fogo, sem recuar.
Não me importa saber onde, o que ou com quem você estudou. Eu quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba.
Quero saber se você consegue estar só, consigo mesmo, e se gosta, verdadeiramente, da sua própria companhia nesses momentos vazios. ”

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Comparação de duas histórias...

Apesar que um dos livros não é bem uma história.. mas vamos as histórias: 
A minha tpm anda no limite, os sintomas físicos estão me deixando louca, como dores nos seios, enjoos, dores de estômago e tonturas.
Se eu falar aqui sem falar "desceu", muitas falarão "está grávida", mas não estou. 
Ontem foi o dia x das minhas loucuras hormonais e também foi o dia que eu decidi começar a ler "Comer, Rezar, Amar". Ainda estou no começo do livro e eu quero relatar cada momento que eu li aqui com os meus pensamentos de quando fecho o livro "a lição de hoje é".
Acredito que algumas já leram o livro "O Segredo", eu comecei a ler, mas no final das contas, acabei desistindo por não ter dito fé no livro. 
Todo mundo tem que mentalizar o que quer de bom para você, mas eu acredito que também devemos passar por momentos ruins para crescermos espiritualmente. Só que achar que ficará rica só pensando, desculpe-me, pode ter acontecido com os seus amigos, amigos dos seus amigos, mas eu não acredito. 
A riqueza (de qualquer forma), só vem quando se é trabalhada, agora sentar e falar "vem dinheiro, vem dinheiro, vem dinheiro" não acredito. Para  termos riquezas, primeiro precisamos viver para darmos valor a riqueza. 
Voltando ao "Comer, Rezar, Amar", eu estou gostando de ler, primeiro por me identificar na questão Deus!
Oh, não vamos discutir religião, não é essa questão que estamos conversando. 
A questão Deus relatada aqui, é como você se relaciona com Deus. 
Eu tenho essas conversas diariamente com Deus, já cansei, já quis marcar reunião com o Senhor, agradeci por ter conquistado muitas vitórias e já pensei como a Elizabeth "é uma prova para o meu crescimento espiritual".
Ontem, lendo um pedaço que ela está no carro com uma amiga e falando "acho que não devo pedir para Deus terminar com isso, existem tantas coisas importantes para ele resolver do que pedir para o meu marido assinar os papéis do divorcio". A amiga simplesmente explica que ela faz parte do universo e tem que pedir sim, surgindo uma carta para Deus, muito fofa por sinal, para que o seu marido assine os papeis do divorcio e as duas começaram a mentalizar quem seriam as pessoas que assinariam esse baixo assinado. Quando Elizabeth decidi tirar um cochilo, liga a sua advogada falando que o marido assinou. 
Não sei porque, essa parte me tocou profundamente, já que não foi uma separação acontecendo em uma semana, sim, em anos. Sabe o livro "O Segredo"?
Se for analisar, tem a ver, porém, nada acontece em pouco tempo, acredito eu novamente... tá, eu não fui com a cara do livro "O Segredo". 
Todos nós, estamos atrás de uma resposta, eu estou atrás de uma resposta a muito tempo, podemos dizer que quatro anos atrás e não fiquei sentada esperando a resposta vir em uma carta postal.
Fui atrás, fiz cursos, criei um blog, procurei as respostas que ainda não encontrei e quando encontrar, acredito que terei outras perguntas sem respostas, porque isso se chama vida e com certeza estarei perguntando para Deus "e agora meu Deus?".

Continua... 

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Só quero avisar, Sr. Gato e Sra. Gata..


Já que essa postagem é um lembrete para a senhora escrever na agenda que amanhã é dia de bater cartão aqui e em outro blog maravilhoso...

Só que eu não conto, não conto e não conto, quero fazer suspense, deixar as leitoras e leitores pensativos, preocupados e curiosos. 
Mas será legal, muito legal, uma nova experiência, um novo resultado, uma nova fase... 
Então já sabe, as sete hora da manhã corra para o Manga com Pimenta para conhecer a grande novidade!

"Eu me conheço bem, mas sei que posso me surpreender comigo mesmo, a qualquer minuto."
Marta Medeiros

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Não é para fazer em casa...



... mas se vocês querem fazer em casa, boa sorte!
Mas primeiro terá que entender alemão e segundo não me responsabilizo pelas consultas no dentista, já que esse biscoito é duro, muito duro, mais duro que a minha conta bancária.
Eeee ignorem o dizer da foto "entre e se Arrisque!"
Ahhh, isso foi idéia do cliente vip!
Senta que lá vem história: o meu marido é de descendência austríaca e suíça, fala lindamente o inglês, o espanhol e o alemão... enquanto isso eu sofro para falar um português decente (por causa da dislexia), um inglês sem nexo (culpa da dislexia) e arranho o meu italiano meia boca do Bairro da Mooca (orrraaaa meuuu, claro que a dislexia também entra nessa história, só que eu sou brasileira e não desisto nunca). 
Sinceramente?
Eu espero que nossos filhos puxem a inteligência do pai e o charme da mãe, senão... ohhh coitados para não falar outra coisa!!
Voltando a história: um dia passeando no mercado, o cliente vip fala "vamos fazer biscoitos suiços?" e eu "hãããã?!?!?!", ele "sim, um biscoito de mel"... claro que eu "então tá", ai mora o perigo.
Queridas amigas que acabaram de casar, nunca falem "então tá", nunca mesmo.  Quem manda na cozinha é a mulher, claro, quando ela pilota o fogão.
No mercado compramos o mel e a farinha, em casa eu já tinha os cravos da índia, açúcar e a canela em pó, dispensamos o anis, água de rosas, o gengibre e o coentro. 
Coloco o marido para traduzir a simples página com a receita de Ein Tirggel-Rezept zum ausprobieren (uma receita de Tirggel para provar) (oi?! É de comer, isso eu sei) e vou para cozinha. 
Ele comanda: coloque o mel, o açúcar e as especiarias para esquentar.
Decidi esquentar em banho maria, entre a dúvida e a certeza, melhor fazer na forma antiga, do jeito que a  vovó fazia. 
Claro que eu fiquei com a dúvida "açúcar e mel?", mas eu não sou suiça e sim a terceira geração de uma família de italianos, não vou questionar (cadê o meu lado mama com o pau de macarrão nessas horas??). 
Voltando ao caso culinário, ele me fala "agora deixa esfriar" e segui a risca, depois é misturar a farinha até o ponto de biscoito. 
Nada de drama até esse momento, experimento a massa para ver "que bicho é esse" e o gosto estava bom, muito bom por sinal. 
Claroooo que a italiana made Brasil tinha que errar em algum ponto dessa história que mais parece caso mexicano (opaaaaaaaaa) e inventar moda.  Na hora de colocar para assar, eu fiz como se faz um biscoito normal, não acreditando nas falas do querido marido "é duro" e fiz como manda a regra do tio Sam. 
Mas é clarooo que o biscoitoooo virou uma arma letal na mão de "bandidos" e "mal amados", por que se mirar de uma janela do décimo andar e acertar a cabeça de alguém que passa na rua, mata um de tão duro que o bicho ficou. 
Acho que nesse momento, o meu momento "gangster italiana do Bairro da Mooca" falou literalmente na cozinha :)
Resumindo, biscoitos duros vão virar farinha para fazer alguma torta doce (nada de jogar fora, tudo se recicla na cozinha, menos comida queimada). 
Depois de escutar "eu falei, eu falei" do marido, fui fazer a segunda fornada, com os biscoitos bem finos... finos mesmo para não quebrar os dentes e até que saiu algo comestível (duro ao mesmo tempo).
É muitoooo  claroooooooo que a minha paciência foi para o saco no final e nessas horas eu nem queria ver se estava bonito ou não, eu só queria terminar com a massa, que por sinal, paguei caro (porque mel é tão caro?) e não saiu algo que eu (o marido) esperava.  
Ahhh aproveitei um pouco da massa para fazer outra sobremesa, mas isso já é outra postagem, outra postagem senhorita.

Moral da história: antes de arriscar na cozinha de outros países, vai estudar a receita para não fazer besteira minha filha.

Ps.: Eu nasci realmente no Bairro da Mooca, agora não me diz o porque, já que moravamos no outro lado da cidade, deve ser culpa do SUS.
Ps.2: A receita foi tirada desse site aqui

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A vida é um ciclo - Parte IV

Não terá fotos essa postagem, eu acho que mereço uma explicação, mereço sim!
Quando eu comecei o blog, era uma secretária... todo mundo aqui sabe o meu drama de assumir um cargo financeiro de uma empresa.
Isso tirou noites de sonos, eu chorava que não queria assumir essa responsabilidade, mesmo assim, eu fui.
Aos poucos, fui perdendo algo pelo caminho... acho que eu me perdi.
Não entrei mais em crise, fiquei seca, as vezes chegava em casa com dois olhos arregalados sem saber desligar da minha profissão.
Quando estamos em crise, engraçado que nos agarramos em forças maiores para mudar algo e quando estamos secas, viramos um ser sem vida.
Comecei a não cozinhar em casa, já que eu tive um aumento, as vezes valia a pena comer fora do que fazer algo depois de chegar as 21hr.
Deixei de lado algo que não me pertencia mais, até o blog estava sendo deixado de lado...
Quantas vezes eu já cheguei a reclamar com algumas gurias que não tinha mais prazer de escrever, que estava cansada e queria abandonar o barco.
Cheguei a sumir dos blogs que eu amava visitar, pela responsabilidade, não entrava mais em msn.
Cheguei a ter problemas de saúde sérios, como mestruar 20 dias por mês, não sendo apenas uma vez, isso aconteceu em vários meses.
Não sei se alguém falou para o meu chefe que eu estava gastando a minha energia em algo que não tenho perfil, apesar da confiança que ele tinha em mim.
Ele me ofereceu um cargo de comunicadora na empresa e assumirei a minha nova função no mês de julho. Terei uma salinha só para mim e muitos projetos bacanas para serem feitos.
Estou animada e ao mesmo tempo perdida.
Essa semana ligou a coordenadora dos cursos da Hotec, aonde eu fiz o meu curso de gastronomia, perguntando se eu era a dona do blog, elogiando o meu trabalho e agradecendo por citar a Hotec.
Depois de dois anos comandando o Manga com Pimenta, sem esperar esse tipo de ligação e "alô"...
Eu fiquei paralisada no começo, depois fiquei feliz e a noite pensei em tudo que rolou esse tempo de Manga com Pimenta.
Deus, quando eu procurei o curso era para trabalhar com gastronomia!!!
Deus, eu ia fazer a minha pós graduação lá!!!
Deus, tive tantos sonhos...
Deus, obrigada por colocar o Manga com Pimenta na minha vida.
Sei que algumas pessoas começaram a encarar a cozinha por causa do blog, não sei se são muitas, mas eu sei que muitas aprenderam algo por aqui.
Será que o meu trabalho foi em vão?
Eu não sei hoje em dia o que eu queria provar para mim, até hoje eu não sei... sou totalmente perdida.
Algumas pessoas devem lembrar que eu estava com as armas nas mãos para voltar a trabalhar com Comunicação e tantas vezes eu fiquei chateada de não receber "um obrigado".
Hoje eu estou voltando para a Comunicação... mas e a gastronomia?
E agora José?
Decidi que agora eu posso agarrar novamente os dois, gastronomia e comunicação juntos, mesmo lutando sozinha, nem que eu tenha que transformar o blog em comercial sem perder o meu estilo de escrita.
Mas eu não vou abandonar o filho mais lindo que eu criei, que é o meu blog.
Quem sabe, eu volte a pensar em fazer a minha pós em Gastronomia, agora eu sei que não, já que a conta bancária não permite.
Em julho eu prometo, que voltarei mais calma e fazendo isso tudo mais especial do que já é.
Obrigada por ler até aqui, obrigada por continuar a ler e obrigada por serem sempre as minhas leitoras ou leitores.

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Fofocas...

Estou aqui as 22h23 tentando acalmar uma amiga que acha que está sendo atacada por fofocas.
Todo ser humano faz fofocas, eu acredito que fofoca é quando uma pessoa tenta atingir o outro e não tem capacidade de supera-lo.
Tem as fofoquinhas bobas, questão de opinião, mas existem as fofocas más, que deixam qualquer um triste.
O que fazer?
Não ligar, quando você cai na armadilha do outro ser humano, ele conseguiu atingir o seu objetivo, quando não cai, ela perceberá quanto é baixo...
Qual você escolheria?
Atender a fofoca do outro ou ignorar?
Ignorar é uma grande arte que poucos sabem fazer e outros tentam aprender.

Enquanto eu tento animar uma amiga, deixo para vocês o texto da querida Martha Medeiros:

“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros.
Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança.
Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.”

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A vida é um ciclo - Parte IV

Tuelho do Miguel

coelho

Vini e o seu tuelho

Sapatinhos/Meias de Tuelhos Vintage

Toquinha e luvinha para bebê


Coelho do Beto

Coelho e meias de tricô do Vini

Sapatinho de bebê feito com linha de algodão

Sapatinho de bebê

Coelho da Lourdes e do Gabriel

Coelho da Sofia


Por causa de muitas blogueiras (love you craft), comecei a me apaixonar por muitas coisas que acontecem por aí.
Eu como uma criadora, queria porque queria brincar disso, mas como?
A única coisa que eu sabia fazer era tricô e fiz, fazia para me acalmar depois de um dia longo de estress, ou vendia ou dava para amigas mais próximas.
Também era uma forma de eu me lembrar carinhosamente da minha avó, a pessoa mais fofa que apareceu na minha vida e me ensinou (deixou itens maravilhosos também, como revistas antigas) para eu brincar de tricotar.
A mamãe também me ensinou a mexer com o crochet e ainda estou aprendendo, mas estou de quando eu estava aprendendo (mantinha do filhote me aguarde).
Mas mexer com lã e linha não é fácil em pleno calor.
Comprei o Zé Mané no final do ano, até agora não brinquei com ele, apenas treinei para quando for fazer algo sério, que saia algo sério e bonito.
Acredito que mexer com tecido seja mais fácil (menos "calor") que as lãs, mas eu nunca tinha tempo e dinheiro para ir na 25 de março comprar o material necessário.
Sendo que por de trás de tudo isso existe o medo "será que dará certo?", "será que venderá?", "será que terei freguesas?", "será que eu terei tempo, já que trabalho fora?", "serááááááá....", o medo domina a vida de uma pequena ariana que só quer crescer na vida.
Bem, eu acredito que na vida 50% dará certo, como também tenho a chance de 50% dar errado e bola para frente, procurar outros caminhos e frutos, se eu não tentar, como saberei?
Eeeeeeee continua...

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A vida é um ciclo - Parte III






Engraçado que eu não sabia o poder que um blog tem, poderoso o bichinho ;)
Aqui eu fiz amigos, melhores amigos, alguns leitores viraram pessoas da minha família.
No blog eu conseguia dizer coisas que eu nunca falei na cara de fulano de beltrano, educação que papai me deu e não ia sair do saltoooo nem morta.
Sei que o blog ajudou muitas pessoas, fizeram outras encararem que cozinhar é legal, casamento é um porre e no final é muito legal, que craft é legal, decoração feita por você é muitooo legal, até criar a sua própria moda é legal.
Percebi o que eu mais queria, estar dentro de casa, cuidando da família, existe coisa melhor que família?
Não, não existe.
Um presente de Deus maravilhoso!!!
Só que família não significa limpar casa e estar linda para o marido no final do dia, significa amor, apoio, alegria, brigas, planos e quando você estiver sozinha, sempre terá um braço te esperando para dizer "ficará tudo bem".
Uma aventura sem fim, triste, alegre, na paz e na guerra.
Um amor sem explicação e não preciso dizer que família está apenas dentro da minha casa, fora também, com amigas que eu amo demais, seja virtual ou real.
Ahh a família virtual, acho que Deus estava arquitetando isso aos longos dos tempos, graças a deus, vocês são especiais demais para mim.
Aprendi que nenhum trabalho (por mais que precisamos) não te paga a paz que significa família, caso você esteja em apuros, dificilmente (são raros os casos) que um chefe te dá a mão e sim será sempre os seus pais, tios, marido e etc para te salvar do bicho papão.
O blog te leva muito além do que você imaginava... não foi o curso de gastronomia que mudou a minha vida e sim foi o blog, mesmo continuando a vida na mesma situação e a conta bancária chorando para você não gastar um centavo no final do mês.
Se não fosse o blog, estaria hospitalizada, tomando quilos de remédios e separada por causa desse mundo maluco que vivemos.
Gastronomia apenas abriu uma porta para uma aventura que eu não conhecia!
Eeeeee continua...

Ps.: continua os mesmos esquemas das fotos, clique nelas para ir a página de onde é.

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A vida é um ciclo - Parte II





Entrei em depressão profunda... não podia ter filho por causa da #contabancária, não estava feliz profissionalmente e não sabia o que eu faria da vida.
Então, lá fui eu fazer o curso de gastronomia, usando as minhas economias, tendo a ajuda financeira do pai e da ex chefe.
Pronta, eu estava pronta para tentar um novo mundo... até eu perceber que sou brasileira.
Cara pálida, se você tem condições de abrir um negócio próprio, é legal fazer gastronomia.
Se você não tem condições, ganhará muito menos que imagina, mercado #mal. Tenta achar uma vaga de cozinheiro tendo diploma universitário (além de gastronomia) e ganhar quinhentos reais por mês, o povo dá risada de você guria, dá sim!
Principalmente um mercado que ainda é machista, eu vi isso com meus olhinhos que Deus me deu, vi sim.
Vendi muitos biscoitos e pães para amigos, pena que eu trabalhava e ficava até altas horas da noite tentando "fabricar" as encomendas... não dava, ou eu trabalhava registrada ou eu caia fora para tentar essa nova aventura. Não era hora de arriscar, a conta bancária não deixava e assim, decidi parar.
Surge o Manga com Pimenta... frustração?
Não, queria usar o blog como campo de estudo eeeeee continua... :)

Ps.: preguiça da 23hr, clique nas fotos para saber de onde é.

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Nana em um ataque de nervos e trabalhos "extras"






Quero pedir desculpa a vocês, ando numa fase estressante e quando chego em casa, só quero saber da minha cama.
Eu não sei como não tremo, mas estou ao ponto de ter uma crise de pânico.
Pensei em até parar com o blog, vocês devem ter percebido que caiu um pouco as publicações das postagens. Não ando querendo falar com ninguém, quero apenas ficar quieta na minha caverninha.
Uma hora eu explico isso direito, não estou afim de falar disso agora também... só preciso organizar a minha vida, a minha casa e focar nos meus sonhos, mas não vou parar de postar.
Falando em sonho, fiz três trabalhinhos fofos, quero muito que vocês visitem os blogs das lindonas e para conhecerem o meu trabalho "extra":

1) Rosmarino e outros temperos!



2) O que há de vir...



3) sala da la


Agora, deixa eu organizar o cafofo, a minha vida e quem sabe tomar uma atitude do mal que me consome.
Ahh, quem quiser (e tiver calma, tempo e paciência), pode pedir um orçamento para organizar o seu blog comigo, só enviar um email para ricchetti@hotmail.com.

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